Relato de parto da Érica – Nascimento da Amora (Ananda) 27


Por Erica Azevedo, mãe da Amora 🙂
Tenho certa resistência com cirurgias e muita aflição de cortes. Nunca tomei ponto na vida, quando me machucava fazia minha mãe juntar a pele com esparadrapo ou qualquer coisa que funcionasse parecido só pra não precisar ir pro hospital ser costurada! Então quando descobri que estava grávida, já sabia que não queria cesárea.
O parto normal, embora não tão agradável, era o que restava pra mim até aquele momento. Eu cheguei a me sentir mimada de “ter opção” e mesmo assim continuar insatisfeita. Se todas as mulheres tinham filhos daquele jeito (normal ou cesárea), porque eu achava ruim ter que passar por aquilo? Mas eu achava, e nada me fazia mudar de ideia. Era humilhante ter que ficar de pernas abertas pra quem quisesse ver, debaixo daquela baita luz de centro cirúrgico, com alguém(ns) me mandando fazer “força, mãezinha!”.
Eu devia ser muito mimada mesmo, pra mim essa situação era uma exposição sem tamanho, uma brutalidade. Lembro que a alguns anos, conversando com uma amiga, disse que não gostaria que assistissem meu parto porque eu teria vergonha na hora.
Perguntei se aquilo era uma atitude egoísta, e ela fez que sim com a maior cara de reprovação, como se minha preocupação com “a feiura” daquilo fosse um capricho.
Ué, ser mãe não era algo grandioso? Porque pra viver essa transformação a gente tinha que ser tratada como incapaz? Que condição passiva e diminuída, me dava vergonha sim! …Mas ok né, se tudo corresse bem pelo menos não iam abrir minha barriga, e eu não ia ficar andando corcunda encolhida por um ano de aflição do corte.
Escolhi dos traumas, o menor. Quando parei pra pensar mais sério nisso, deu medo.
Vi que não ia rolar e comecei a pesquisar. Foi quando eu descobri a palavra doula!
Tudo na internet que envolvia doulas trazia informações surpreendentes e me levava a outros sites legais. Numa dessas, truco: o parto normal também não favorece a fisiologia do corpo como pensamos que faz! E não é uma experiência saudável emocionalmente também! De normal, o processo só tem o nome.
Meus questionamentos tinham toda razão em existir, e o melhor, descobri uma terceira opção, o parto natural humanizado!
Sem intervenções desnecessárias (mas que são realizadas rotineiramente nos hospitais), o parto humanizado envolve muito respeito e a valorização que o nascimento merece (o de um bebê, o de uma mãe).
Eu poderia ficar livre pra andar e comer, poderia usar as minhas próprias roupas (ou nenhuma), poderia escolher a posição mais confortável para parir, não fariam episiotomia (cortar lá embaixo) se não vissem necessidade, se a bebê nascesse bem não sofreria aspiração, o cordão só seria cortado depois que parasse de pulsar, etc!
Nisso eu via sentido! 
O Bruno, meu namorado, e a minha mãe Suzana, viram o quanto era importante pra mim que acontecesse daquela maneira e toparam entrar nessa comigo na hora. Era o apoio que eu precisava.
A partir daí comecei a procurar por doula e médica humanizada. Aqui em Itapetininga isso não existe. Chance de ter parto natural humanizado é zero, a não ser se for domiciliar.
Como no caso de transferência pra hospital eu acabaria tomando uma cesárea, e como moro com mais pessoas, não me senti tranquila pra isso.
Fui encontrar uma doula super bacana em Campinas, a Renata Olah, que me deu a indicação da Mariana Simões, médica humanizada também de lá. …Me consultei com a Mari, a abordagem era totalmente diferente, ela não estabelecia o ‘peso hierárquico’ que eu sempre sentia durante consultas com outros médicos, enxergava respeito dela pela minha condição de grávida, achei tudo!
Ela me deu o contato do MAHPS (Movimento de Apoio a Humanização do Parto em Sorocaba), onde eu conheci a Gisele, que é uma baita ativista da causa e doula… foi amor à primeira vista, e como Sorocaba é bem mais próxima de Itapê, a chamei pra me acompanhar.
Médicas obstetra e pediatra (Dra Otília, humanizada também – que não adianta eu não sofrer intervenções desnecessárias e a bebê sofrer, né?)ok, doula ok, Maternidade de Campinas ok.
Teve uma tarde de despedida da barriga deliciosa aqui em casa com a Gisele, ela sempre me deixou muito tranquila, confiava na minha capacidade. Tudo pronto pra acontecer do melhor jeito! Isso merece ser recordado, “procura aquela fotógrafa que faz um trabalho lindo!” Rsrs. Chamei a Kelly pra clicar o parto, não é todo maio que dá Amora né? J
No dia 09 de maio às 6h da manhã acordei com uma cólica leve. Coloquei bolsa de água quente e nada de melhorar. Fui pra baixo do chuveiro, deu uma amenizada, mas continuava lá. A Gisele tinha me mandado uma mensagem perguntando se tava tudo tranquilo, e lá pelas 8h30 eu respondi que sim, só uns pródromos chatos que não queriam ir embora (pródromos? ai, que anta!). Ela respondeu pedindo pra eu contar de quanto em quanto tempo as contrações vinham, e eu fui marcando na maior tranquilidade, achando que aquela regularidade era viagem minha (suave demais pra ser…).
Estavam de 4 em 4min (um pouco menos, mas eu não queria acreditar e arredondei).
Ela respondeu que estava saindo da USP e pediu pra eu ligar pra Giovana vir em casa me examinar, uma obstetriz que mora aqui em Itapê e é super envolvida com o movimento de humanização. Mas ela sabia que eu não ligaria porque estava descrente que era trabalho de parto e fez isso por mim. Aí a Giovana me ligou perguntando se queria que ela viesse, e eu disse que voltaria pro chuveiro pra ver se melhorava e que qualquer coisa retornava. Mandei uma mensagem pro Bruno (que trabalha numa cidade próxima do Rio de Janeiro) contando a situação, mas dizendo que era melhor que ele não saísse de lá ainda porque tava com a maior cara de alarme falso. Ele saiu na mesma hora. …Eu não sei porque demorou tanto pra cair a minha ficha, talvez porque a dor estava muito tranquila perto da que eu tinha me preparado pra sentir, e eu não queria todo mundo parando tudo e pegando estrada pra chegar aqui e ouvir que as contrações tinham cessado. 15 minutos no chuveiro e “tá, já tá todo mundo a caminho mesmo”…chamei a Giovana. “Vem que não tá melhorando, não custa conferir né?”.
Ela chegou, conversamos um pouco, achamos melhor eu comer algo…Eram umas 10h30 quando ela me examinou e a maior surpresa: “Érica, 6 de dilatação!”. Oi??? 6? Cheguei até lá na boa, achando que era alarme falso? Aí bateu ansiedade, nem mala pronta eu tinha. Eu escolhi não fazer porque achava que daria tempo de escolher as coisas de acordo com meu gosto pra aquele dia.
Depois do exame as contrações apertaram em intensidade, e fui colocando piscininha, essência, bola de pilates, velas, tudo que não daria tempo de usar, menos roupa, dentro da mala! Hahahaha!
Eu não pensei em roupa, tanto que entrei no carro de pijama mesmo.  E putz… o carro! Tudo que eu não queria era estar lá dentro dilatando dos 7 aos 10, mas não teve jeito.
Minha mãe colocou um cd, eu pedi pra tirar na hora… música seria uma maneira de me situar no tempo, e eu tinha medo de ter noção do quanto ainda faltava pra eu sair daquele banco de trás.
Fui deitada com a cabeça no colo da Giovana. Lembro que a maneira que eu encontrei pra aliviar as contrações era vocalizando, e assim eu fazia.
A Gi segurava minha mão e pedia coragem. No meio da viagem o Bruno ligou dizendo que só tinha vôo às 16h, eu lamentei no telefone, mas depois que desliguei fiz uma conta maluca mentalmente e cheguei a acreditar que mesmo assim ele chegaria a tempo.
Depois disso (eu acho) a Gi disse pra eu ficar de quatro. Na primeira contração assim eu achei que não ia conseguir manter a posição, já tava doendo muito e daquele jeito era pior! Mas eu me mantive firme. Numa dessas veio junto um monte de “água” quentinha e eu ensopei o shorts de pijama e o banco de trás inteiro.
Nas contrações que se seguiram sempre saía água. Mesmo com a dor eu me sentia segura com a Giovana ali… se precisasse, minha mãe parava o carro e ela saberia como agir. Claro que eu não queria que isso acontecesse, mas também eu já tinha combinado comigo que entrar em desespero não era opção, e na estrada menos ainda!
Queria muito provar pra mim mesma o quanto eu podia ser forte, e fosse como fosse, sairia daquilo tudo com minha filha nos braços muito orgulhosa dela e de mim.
 Faltando uns 20 minutos (acho) pra chegar em Campinas, eu já estava completamente em outro mundo. Precisava vocalizar bem mais alto pra sentir alívio, acho até que comecei a gritar nas contrações. Quem via de fora devia sentir dó de me ver naquela situação, uns bestas, porque eu tava era no maior orgulho! Hehehe!
Já dentro de Campinas (será?) a Gi me pediu pra respirar pelo nariz e soltar pela boca “pra não fazer força”, mas era difícil controlar porque meu corpo tinha vontade própria! rsrs Ah! E não é todo dia que as pessoas tem oportunidade de ver uma maluca descabelada, com shorts de pijama todo molhado, grunhindo alto e de quatro no banco de trás de um carro, espero que os passageiros dos ônibus que emparelhavam com a gente nos semáforos só tenham assistido e não filmado e postado no Youtube 😀 Até porque, sei lá se sacaram que era trabalho de parto, porque naquela posição só dava pra ver minha bunda. Possuída, talvez? Não deixariam de estar certos… eu tava completamente tomada por uma força e coragem muito lindas, que acho que sempre foram minhas e eu não sabia. Digo isso porque foi muito natural pra mim quando elas vieram, eu simplesmente as reconheci. Só passando pra entender.
A Mari, a Gisele e a Kelly estavam na porta da maternidade quando chegamos, e fui descer do carro no meio de uma contração… nessa hora cheguei a querer ficar de quatro de novo, já que tava ruim mas era daquele jeito que eu tinha aprendido a enfrentar.
A Gisele veio correndo me abraçar e me manteve de pé, ufa! Era muuuuito melhor. Entrei na maternidade daquele jeitão que os passageiros dos ônibus viram, com a diferença de que agora o alvo das pessoas era minha cara de que tava curtindo o maior barato em outro mundo, e não mais o bundão 😀
Completamente dilatada, toda  guerreira e no apoio quentinho do abraço da Gisele, fui andando até o centro obstétrico. No elevador ela dizia que eu estava linda…  que bom era aquilo.
Queria muito o Bruno me esperando lá na frente da maternidade junto com elas.
 Queria que ele pudesse ter chego a tempo pra sentir orgulho de mim como eu estava sentindo… só teria sido melhor se eu tivesse subido naquele elevador abraçada nele, me sorrindo e dizendo que eu estava linda. Mas ele ainda estava no aeroporto do Rio… saiu correndo quando eu ainda apostava que era alarme falso, desceu a lenha na estrada pra chegar no guichê e ser avisado que o vôo pra Campinas tinha saído fazia 5 minutos. Foi lá, sentado esperando que ele passou o tempo enquanto a nossa filha nascia. Fiquei muito mal de pensar nisso nos dias seguintes, porque o parto era nosso.
No centro obstétrico a Mari me examinou e confirmou dilatação total, fiquei abraçada na Gisele e me deixei levar! Nessa hora, quando eu estava na partolândia, não importava se estavam olhando, se iam me achar estranha, nada externo me afetava (apesar de eu ter dito que tava sem corretivo e de pijama, huahuah)… teve música (que eu não ouvi, soube depois).
 (Partolââândia, entrega total)
Minha mãe sempre lá, lindona. Contou que até massagem em mim fez. Sentei na banqueta de parto, a Gisele ficou de apoio atrás de mim.
Sugeriram que eu sentisse a cabecinha dela, mas quando toquei tinha uma consistência macia… Era porque ela estava empelicada, com a bolsa ainda recobrindo!
Pegaram um espelho pra eu poder ver também , eu disse que não queria e depois que queria. A Mari, a Otília, a Giovana, a Gisele, a Kelly, minha mãe, estavam todas lá, pacientes e me apoiando felizes, prontas pra dar o suporte que eu e a bebê precisássemos.
Não sei quantas contrações eu tive na banqueta, sei que a Amora veio muito rápido e inteirinha em uma só! E eu achei gostoso! Hahahaha!  A Mari pegou e me entregou. A bolsa só estava na cabecinha e eu nem precisei desembrulhar meu presente! A pequenina me olhou atenta nos olhos, sem chorar… linda, quentinha e cheirosa. Noooooossa!
(Nós, no momento em que nascemos. Felicidade que não cabe! A Gisele atrás de mim, minha mãe segurando meu cabelo e a Giovana do meu lado.)
Aí deram o cordão pra eu sentir pulsando, eu peguei mas não senti coisa nenhuma, hauehuahaeh! Não queria saber de mais nada, não entendia e não ouvia mais nada, eu tava transbordando.
Quando parou de pulsar minha mãe cortou. Depois de um tempo comigo a Otília a pegou rapidinho e foi avaliar – sem aspiração nem picadas, como todo bebê que nasce bem deveria ser recebido.
Nem a mala dela (essa sim tava pronta, toda belezinha) deu tempo de descer do carro de tão rápido que foi, e se eu saí nas fotos (que ficaram maravilhosas por sinal! Kelly, você sabe muuuito!) de pijama e descabelada, a Amorinha saiu com a roupinha do hospital. Hehehe.
Levei dois pontinhos internos, bem menos do que se tivesse tomado uma episiotomia! Eles não incomodaram nada e caíram em uma semana, uma beleza!
Tomei banho sozinha no mesmo dia. Só na manhã seguinte minhas pernas pararam de tremer, pernas trêmulas de coração apaixonado…
A Aluá, minha irmã, chegou logo depois do nascimento, e o Bruno chegou quando já estávamos instaladas no quarto. De noite ficamos eu, ele e a Amora lá. Foi a noite mais feliz da minha vida.
 (Olha que linda, amor…)
A Amora nasceu às 14:20hs pesando 3225 gramas e medindo 50 cm, de um parto rápido, intenso e transformador na minha vida. Não foi como eu imaginei, não teve piscina, não foi no quarto, dei show no trânsito de Campinas,… mas isso fez parte da aventura! Mudar algo mesmo, só seria a ausência do Bruno. Mas eu também tenho que agradecer os imprevistos! A Giovana mesmo chegou aos 45 do segundo tempo e ufa! Foi minha obstetriz, peça essencial pra tudo dar certo! E com a Kelly não teve erro, as fotos ficaram lindas mesmo com a minha não-produção e com a Amorinha de gorrinho feito de gase do hospital! Huahauaha
O que é melhor nem sempre é o mais simples… Quando a responsabilidade passa a ser nossa, tem que ter coragem… Mas vale tanto a pena… poder ser mãe por você mesma, e trazer seu filho ao mundo da maneira mais respeitosa e saudável pra ele não tem preço!
 (E como combinado comigo, saí com ela nos braços muito orgulhosa da gente)
Obrigada Gisele por ter me mostrado que o parto não precisa maltratar a mulher, e que ainda pode ser uma poderosa fonte de aprendizado na vida dela! Obrigada pelo encorajamento, pelo carinho, pelo suporte, e agora pela amizade.
Obrigada Giovana por ter se mostrado disponível e tão atenciosa desde a primeira vez que entrei em contato, e depois, em cima da hora, por ter garantido a nossa chegada em Campinas, você foi peça chave pra que tudo desse certo!
Mariana e Maria Otília, obrigada por terem sido capazes de desconstruir velhos conceitos. O trabalho de vocês é muito lindo e importante!
Obrigada Kelly, que prazer te conhecer! Que glamour suas fotos, mulher! Quanta sensibilidade e delicadeza. Vendo suas imagens é que as amigas ficam com água na boca pra ter parto natural… hehehe.
Obrigada dinda Aluá, não foi dessa vez que deu pra acompanhar também, mas sempre super presente na minha gravidez! Obrigada por amar tanto a pequena! Huahauaha. Você jogou fora junto comigo ideias empoeiradas, espero que aplique as novas no que puder, dentro do seu trabalho.
Obrigada mãe Suzana, que compreende o fundo da minha alma, que está ao meu lado sempre e fica feliz quando eu dou o melhor de mim, que fez o trajeto pra Campinas em 1h40, hihih!
Obrigada Bruno, por ter aparecido na minha vida, por ser tão leve, por botar fé em mim, por me apoiar. Você tava lá comigo o tempo todo, amor. Te amo. A Amorinha não foi programada mas mesmo assim a gente fez bonito. Hehehe. Obrigada por ela. Te amo de novo.
E Obrigada Amora Amor! Minha Ananda, meu alecrim! A bela causadora de tudo isso! Por você eu movi montanhas, e agora sei que também posso buscar as estrelas se você as quiser. Você é a expressão do amor mais puro e concentrado.


Sobre Gisele Leal

- Acompanhamento da Gestação - Preparação para o parto (individualmente ou em grupos) - Consultoria para a escolha de profissionais e locais de parto - Elaboração do Plano de Parto - Dia da Despedida da barriga, barriga de gesso - Acompanhamento do Trabalho de Parto, Parto e Pós-parto imediato - Assistência ao Parto e puerpério - Consultoria em Aleitamento Materno - Fotos do parto, da família e da gestante

Deixe uma resposta para Rita - mãe de Bárbara Barreiros Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

27 pensamentos em “Relato de parto da Érica – Nascimento da Amora (Ananda)

  • Chris De Vita

    Foi a coisa mais linda que já li na vidaaaaa,pura emoção ainda mais qdo se conhece a protagonista da história,se eu tivesse idade e fossse ter outro filho buscaria um parto com esse com pessoas como essas que te acompanharam.Sejam muito felizes ,parabéns a todosssss.
    Beijos Christina Raphaela De Vita

  • Amanda Veloso Garcia

    Nossa Érica me emocionei lendo. A palavra que define o seu relato é com certeza “aprendizado”. Aprendizado pra você e pra todos aqueles que lerem. Ainda bem que você escreveu.
    Parabéns!!!

  • Helena Villas Bôas

    Lindíssimo! Sua emoção, coragem e felicidade transbordam das palavras!!! Muito inspirador, para ser compartilhado aos quatro ventos! Parabéns, muita saúde e curtição em família.

  • Débora Kerne

    Érica que lindo isso tudo, estou emocionada!
    e deu até vontade de ter mãe também!
    Quero conhecer a Amorinha, logooooo!
    beijão, saudades sua linda!

  • CÂNDIDA CRISITINA CARDOSO SOARES

    querida ERICA imagine tudo o que voce sentiu, imagine agora o amor de DEUS para conosco, espero de coração que sua AMORA, AMOR, ANANDA, traga-lhe a paciência e compreensão para com todos, cada um tem a sua hora e parece-me a sua chegou, aproveite, tantas possibilidades, um mundo novo, um mundo de amor, felicidades, AMORA, AMOR, ANANDA…

  • Ananda Rodrigues

    Érica emocionante com certeza já sei como será meu próximo parto, lindo depoimento e parabéns pela mais nova Anandinha, te adoro fofa!

  • kelly

    Quando vi as fotos não sabia que tinha sido dessa maneira seu parto, simplismente lindo, como já te disse, me emocionei, chorei, tem em seus braços o amor mais puro e verdadeio que existe, tudo muda, tudo aquilo que antes da Amorinha nascer, era importante, agora não é mais, é sua jóia mais preciosa, sua felicidade, seu dia, sua noite, seu riso, seu choro, tudo se defini agora nela, que o Senhor Jesus abençõe muito sua vida Érica e de sua Amorinha e de seu marido, que Ele te dê sabedoria e entendimento, para esta nova fase em sua vida, te garanto, será maravilhoso!!!!!!!!! Bjssss e parabéns!

  • Samara Barth

    Erica parabéns! Lindo relato!
    Pode me passar o contato do seu anjo da guarda em Itape? Vou ter meu bebe em Agosto e estou aqui indo a loucura para ter a minha pequena da forma mais humana possivel!

  • Érica Azevedo

    Gente, quantas belas palavras! É muuuuito gratificante saber que pude emocionar e inspirar um pouquinho! Recomendem o texto, vamos divulgar o parto natural e esse blog lindo! 😀 Beijos

  • Rita - mãe de Bárbara Barreiros

    Muito lindo seu relato, emociante demais! Uma menina que se torna muher, que se mãe, com muita sabedoria. Obrigado a você por trazer com seu relato um acalento para mim. Rita mãe de Bárbara.

  • Rita - mãe de Bárbara Barreiros

    Suzy, que maravilhosa você, espero um dia chegar a esta plenitude ser mãe e uma mãe.Parabens!!!!!

  • Mariângela

    Érica, qualquer palavra seria insuficiente prá falar da emoção. Seu relato aquece meu coração e repasso essa energia prá vocês: Susi…Érica … e Amora… amor eterno…

  • Ana Maria Rubira

    Que maravilhoso!Estou sem palavras pra descrever a emoção de saber que vc agora é mãe e minha amiga Suzana tb é avó!! E desta forma tão linda! Um gde abraço e todas as bençãos para a pequena Amora que chegou a esse mundo da forma mais linda!! Ana Maria Rubira

  • Ana Livia Mendonça Alves

    Dieguez, Parabéns pra você e pra sua namorada! realmente emocionante a descrição! Que Deus os abençoe e encha de saúde a Amora.
    que ela te dê muitas alegrias e trabalho porque você merece! rsrs
    beijos

  • Debora

    Que emoção!!! Chorei! (sério) Essa experiência me fez repensar totalmente meus conceitos, passei a super apoiar a ideia. Só tenho a lhe parabenizar pela coragem e agradecer por me abrir os olhos a essa linda e nova (não exatamente nova) possibilidade. Felicidades!